Atenção primária em crise: como a tecnologia pode transformar a relação médico-paciente

Os centros de saúde são um pilar fundamental em qualquer sistema de saúde. Na verdade, estima-se que aproximadamente 50% dos médicos atuam na atenção primária. No entanto, a insatisfação é cada vez mais latente, tanto entre esses médicos quanto entre a população em geral, quando esse tipo de serviço é necessário devido aos inúmeros desafios que esses profissionais precisam enfrentar, como a falta de recursos, a crescente demanda e a alta carga administrativa que eles suportam.

Falta de recursos e alta demanda na atenção primária

Recursos inadequados na atenção primária são um problema crítico. Não devem apenas os médicos de atenção primária tratar um grande número de pacientes diariamente, mas também enfrentam a pressão de fornecer atendimento de qualidade com recursos limitados. Essa situação resulta em atrasos na obtenção de consultas, onde os pacientes geralmente precisam esperar uma semana ou mais para serem atendidos. Esse atraso não só gera frustração entre os profissionais de saúde, mas também afeta a qualidade do atendimento ao paciente, o que pode até agravar as condições de saúde e, em última instância, contribuir para a saturação dos serviços de emergência.

O problema da carga administrativa associada ao preenchimento do prontuário médico

É comum que, quando um paciente frequenta um consultório de atenção primária, o médico passe mais tempo olhando para a tela e digitando do que interagindo e explorando o paciente, causando uma percepção por parte do paciente de falta de atenção e despersonalização da consulta. Esse problema, que aumentou após a implantação do prontuário eletrônico, se deve ao grande quantidade de dados de pacientes que os médicos da atenção primária precisam preencher no prontuário médico. O tempo que os médicos precisam gastar preenchendo registros médicos, redigindo relatórios e gerenciando outros aspectos administrativos geralmente excede o tempo gasto no atendimento. Essa falta de conexão está, sem dúvida, impactando negativamente a relação médico-paciente, reduzindo a confiança e a satisfação do paciente.

Possíveis soluções para esse problema

Não há dúvida de que esse problema deve ser tratado prioritariamente pelos gestores de saúde, buscando soluções alternativas que tenham impacto tanto no médico quanto no paciente. Felizmente, e após os avanços tecnológicos que temos experimentado nos últimos anos, inteligência artificial generativa e reconhecimento de voz estão se posicionando como soluções prometendo aliviar, pelo menos, os problemas associados à carga administrativa.

Por exemplo, GENESIS, uma solução já testada com sucesso em ambientes reais e disponível no mercado, permite gerar relatórios estruturados com base na conversa entre médico e paciente. Dessa forma, o médico só precisa revisar a documentação gerada pela inteligência artificial e despejá-la no prontuário com apenas alguns cliques. Isso não só reduz drasticamente o tempo gasto na documentação, mas também permite que os médicos olhem nos olhos do paciente o tempo todo, focando mais na interação com ele e eliminando a necessidade de digitar durante a consulta.

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